Gabriela G. Bretas


 
 

Fé em mim,.*

 

Mesmo tendo todos os motivos do mundo pra não acreditar em mim, mesmo já tendo me decepcionado tanto, mesmo tendo errado tanto. Eu ainda posso e quero acreditar em mim, acreditar que eu posso fazer diferente, que eu posso fazer melhor. 

Ainda vou pedir a esperança que eu tenho pra me pegar pela mão e me levar, pra coragem que ainda me resta dar um empurrãozinho e pra fé que eu tenho em mim pra segurar minha mão quando a minha vontade for de desistir. 

Sei que isso tudo não basta, e mesmo se eu não tiver tudo isso, eu ainda tenho o mais importante, uma vontade imeensa de acertar.

 



Categoria: Penso, que pena que seja pouco.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 21:30
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Você pra mim ;*

Você é pra mim aquilo que poderia ter sido, aquilo que deu errado e que provavelmente nunca vai voltar a acontecer. È aquele sonho que eu nem cheguei a sonhar, aquele momeento que eu deixei escapar, aquilo que eu poderia ter tido (ou não). Mas pensar em você me faz lembrar meus erros, me faz lembrar todos os sonhos que deixei pra lá, todas as vontades que eu engoli e todos os medos que ainda me assombram. Sãao as coisas que eu quero e que eu não tenho, são as coisas que eu quero e tenho que deixar pra lá, que eu não tenho razões pra lutar, que eu não tenho condições de ganhar.

Na verdade você só cruzou a minha história no passado, mas o seu efeito continua comigo sempre. Seja isso bom ou ruim. Você é como uma página em branco onde na verdade eu sei o capitulo de côr, mas não consigo enxergar mesmo assim, como se eu tivesse passado uma borracha pra poder escrever de novo. Mesmo sabendo que essa página vai continuar em branco, ela já está na verdade preenchida, preenchida por cada sonho que eu tive contigo, por cada vez que eu quis te ter aqui, por cada vez que eu lembrei você, fosse com carinho, medo ou decepção.

 

 



Categoria: Amor, sempre amor
Escrito por Gabriela G. Bretas às 21:11
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Por que não eu ?

 

Toda a coragem que as vezes toma conta de mim, que me carrega e parece querer sair a qualquer custo some sempre que preciso dela. E quando ela se desvia de mim, eu caio (quase sempre o mais fundo que poderia imaginar, ou não.) Caio por que ela não está ali pra me dizer, você consegue, caio porque eu não consigo acreditar em mim o bastante para conseguir ficar ali esperando a minha sentença, por não conseguir acreditar em mim, ou por temer não suportar que meus medos se concretizem. Caio, e quase sempre o efeito é retardado, demora algumas horas ou alguns dias pra sentir a queda. Acontece que eu não sou de ferro e não aguento mais cair e me quebrar e ter que remendar e fingir que nada aconteceu, e cair de novo quando nem ao menos se foram as cicatrizes que ali estavam. Parece que ninguem percebe o quanto isso fere fundo em mim, odeio o quanto eu fico parecendo uma criança mimada ou um velho resmungão reclamando por coisas pequenas. Mas é que ninguem sente como eu sinto a decepção comigo mesma, a frustração, e a sensação de impotencia diante disso. Não sei o que fazer pra mudar isso, não sei por onde começar ou mesmo se existe o que ser feito.

O que acontece é que sempre que isso acontece, procuro alguma coisa a que me apegar, a que me agarrar para a minha sensação de solidão de vazio e de angustia parecer menor, mas não encontro nada que consiga me dar o conforto que procurava.

 

Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
Ou quantas atirei
Tanta farpa tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é "so easy" se viver

Hoje eu não consigo mais me lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de imcompreensão
Eu já deixei
Tantos bons quantos maus motivos
Tantas vezes desilusão
Quase nunca a vida é um balão.

 



Categoria: Penso, que pena que seja pouco.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 21:34
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Ele completa os meus sonhos como ninguem.

Sei que é uma ilusão achar que existe o tipo certo de cara errado. Com o cara errado você pode ter os momentos mais intensos, com o cara errado você pode ter os momentos mais divertidos, mas tem que saber quue o terá por momentos, porque afinal, é o cara errado. Ele não se apaixonará, pelo menos não só por você, ele não abrira mão da vida dele e da liberdade dele por você, mais uma das que por ele se encantou. Ele não vai se transformar no cara certo, não adianta querer as coisas certas, fazer as coisas certas, ele não é assim. Ele vive num mundo onde ele tem muitas opçoes, assim como você, que não as enxerga porque está ocupada demais querendo o cara errado. Porque é esse tipo completamente diferente do genro que sua mãe pediu a Deus que tem um jeito que te encanta, que tem algo que te marcou, que fez você imaginar que tinha alguma coisa certa no meio de tanta coisa errada.

E de quem é o erro ? Seu, de imaginar que um cara que você sabia que era errado podia dar em alguma coisa certa.

Pode ser que um dia ele se apaixone e se torne o cara certo, mas você não sabe quando e nem por quem, então acho que não vale a pena esperar.



Categoria: Amor, sempre amor
Escrito por Gabriela G. Bretas às 21:26
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Uma música.

Apago as memórias que não vão voltar

Esqueço as histórias pra quem vou contar

Se aqui só você poderá me ouvir

Um rádio tocando, uma voz a cantar

E eu só te olhando até você lembrar

E você ouve a mesma canção que eu

Eu só queria uma música

Pra acabar com o silêncio que ficou entre nós dois

Eu só queria uma música

Eu sempre me lembro daquele verão

Final de novembro, e você ainda não sabia

Se gostava de mim

O céu estrelado, uma noite normal

Um beijo roubado te dizendo tchau

E você ouve a mesma canção que eu

Eu só queria uma música

Pra lembrar daquele dia que marcou para nós dois

Eu só queria uma música

Eu só queria uma música

Pra dizer tudo o que eu quero sem me arrepender depois (para nós dois)

Até faria uma música pra você e ninguém mais

Pra gente viver em paz

Acho que eu fiz uma música pra você

Apago as memórias que não vão voltar (Que não vão voltar)
Pra você...

 



Categoria: Please don´t stop the Music.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 17:30
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Pra dizer tudo o que eu quero(...)

 

As vezes é preciso abandonar um caminho que não me leva mais a lugar nenhum para poder seguir outro de destino incerto, que nem sempre acaba me levando onde quero chegar, mas que penso não me deixar parada. So que algumas vezes esses caminhos se cruzam e acabam me criando problemas pois criam um labirinto em que no momento me encontro presa. Perdida entre as maiores decepçoes, medos, alegrias, arrependimentos e vontades. Talvez seria melhor se eu tivesse ficado parada e pensasse do que meter os pes pelas mãos por medo de ficar pra tras.

Pena que eu tenho que fazer as coisas para depois entender o que é melhor pra mim. Pena que seja preciso provar outros labios pra saber quais eu realmente quero. Pena que pode ser tarde demais pra eu descobrir isso. Pena que não tenho como saber ao menos se você sabe, se você ao menos sentiu metade do que eu senti, ou se meus labios foram apenas mais uns dos que você teve que provar para saber quem você queria de verdade. Vai ser uma pena se esse alguem não for eu. Vai ser uma pena se o que eu fiz me impedir de fazer o que eu realmente queria fazer. Se eu mais uma vez tiver que provar outros labios por não ter os que eu realmente queria. Pena mesmo é continuar passando pela vida das pessoas sem ao menos deixar marcas, passar e continuar sozinha esperando quem sabe um dia achar quem chegue a conclusão que eu cheguei. Pena mesmo é ter que dizer tudo isso aqui, por não saber como expressar pra quem realmente precisa saber.

 



Categoria: Penso, que pena que seja pouco.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 17:11
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Paro por aqui.

 

º Ningueem é tão especial que nunca seja esquecido ou seja insubstituivel; que valha a pena me esconder atras de
uma outra pessoa para poder conhecer. Nada é tão bom que valha me perder pra encontrar.
Não compensa todo um esforço para se estar perto mesmo que na verdade eu fique cada vez mais longe, e crie
rivais para mim mesma.
Chega de sentir coisas platonicas por pessoas indiferentes. E perder meu tempo pensando em coisas que nunca
vão sair da minha cabeça. Cansei de querer, de esperar por uma coisa tão incerta.
Chega de me torturar pensando o que as pessoas sentem ou pensam, issso já não é problema meu. O que me preocupa
no momento são os meus sentimentos e pensamentos, E é exatamente por medo destes que eu paro por aqui. paro com
todas essas estrategias malucas que só servem pra me confundir ainda mais. Se um dia eu vir a ter o que eu
tanto quis, não vai ser pelas minhas mãos, nem pela minha insistencia ou vontade, vai ser unica e simplismente
porque ele quis assim e eu também. Enquanto isso não vou ficar parada imaginando ou esperando nada, vou viver
minha vida e aproveitar as oportunidades, porque assim como um dia eu senti uma coisa diferente, amanhã posso
senti-la de novo por outra pessoa, talvez possa até viver isso sendo eu mesma sem suposições ou estrategias,
possa jogar limpo e sentir alguma coisa que me faça bem.

Só o que não sei é o que fazer com toda essa historia que eu criei, não sei como me livrar da mentira que eu
construi, ou como jogar no lixo conversas que querendo ou não se tornaram um habito. Isso acabou se tornando um
jogo, que eu criei e onde eu agora me sinto presa. Presa porque mesmo sem o meu rosto esposto, o que estava ali
eram os meus pensamentos, as minhas vontades e a minha cabeça que estava pensando e escrevendo, e
inevitavelmente me envolvendo. Ia achando que estava avançando, mas o que estava avançando era esse sentimento
dentro de mim. E é por isso que eu desisto, porque quanto mais fundo eu for nesse jogo mais fundo esse
sentimento vai dentro de mim. Desisto mesmo que um pedaço de mim peça pra ficar, porque é preciso perder esse
jogo pra que eu não me perca mais ainda. º

 



Categoria: Amor, sempre amor
Escrito por Gabriela G. Bretas às 21:01
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2008

 

. Quanta coisa mudou; quanto eu aprendi, quantas dúvidas eu tive, quantos arrependimentos eu guardei, quantos momentos eu vivi, quantos sentimentos eu senti, quantas saudades eu vou sentir desse ano que passou pela minha vida como um furacão que jogou tudo pro alto, me tirou do chão e levou todas as minhas antigas convicçôes; mas que no final me deu um chão muito mais firme e convicções muito mais maduras.

  Talvez eu nunca tenha vivido tanto quanto eu vivi durante este ano, nunca tenha me arriscado tanto, mudado tanto e também aproveitado e crescido tanto.

  2008 me trouxe muitas novidades. Coisas que eu não sabia e que até que eu não imaginava descobrir. Trouxe alguns arrependimentos dos quais eu nem sei se me arrependo. Trouxe muitas risadas que permanecerão na minha memória. Algumas tristezas e decepções que sumiram no mar de felicidade que tomou conta de mim. Muitas pessoas que permanecerão no meu coração e muitas alegrias que permanecerão na minha vida.

  De repente se abriu na minha frente uma vida que eu não imaginava existir e eu olhei no espelho e me vi de um jeito que eu ainda não conhecia. Comecei a aprender comigo mesma o que é bom pra mim e o que não é. Aprendi a caminhar sozinha e a me sentir inteira mesmo quando metade. Caí muitas vezes, mas cada vez eu levantei mais forte. Tive muitas dúvidas, mas no final só sobrou a certeza de que 2008 vai deixar marcas e saudades na minha vida.


Agora o que quero é olhar pra frente e ver o que me espera. Ver o quanto ainda tem pra ser vivido e ver que ainda tenho muitos sonhos a serem realizados, ver quantas pessoas eu conquistei e trouxe comigo, guardar todo o passado num cantinho e deixar bastante espaço para o que está por vir !

 



Categoria: São lembranças, bons momentos.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 21:02
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 Sentir-se livre das limitações, livre para agir conforme os desejos significa atingir o equilibrio entre os desejos, a imaginação e a capacidade de agor. Nos sentimos livres a medida que a imaginação não vai mais longe que nossos desejos e que nem um nem outro ultrapasse a nossa capacidade de agir.

O equilibrio portanto só pode ser alcançado de duas maneiras diferentes: ou reduzindo os desejos e/ou a imaginação, ou ampliando a nossa capacidade de ação.



Categoria: Penso, que pena que seja pouco.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 20:41
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*

Tô cansada de bancar a Cinderella e ver sempre o encanto se acabar a meia-noite.
Se for para ser apenas mais um em minha vida, nem precisa entrar na história.

*

 



Categoria: Penso, que pena que seja pouco.
Escrito por Gabriela G. Bretas às 20:36
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*

(...) Acho que estou na melhor parte do gostar, na parte em que a indiferença não machuca, que a saudade não doi. Em que o que um dia pode se tornar uma grande chama ainda é só uma pequena faisca que por acaso o vento acendeu.

Em que tudo que se precisa, e que se quer, é sonhar. Em que se faz planos que possivelmente nunca se concretizarão. Mas que tras junto esperanças. Esperanças do começo de uma nova história, de escolher novos caminhos e fazer novas conquistas.

De se preparar para perder novamente, ou quem sabe, para ganhar.

Enfin, é hora de sonhar sem me preocupar se vai dar certo ou não, é hora de simplismente sonhar.

*

 

 



Categoria: Amor, sempre amor
Escrito por Gabriela G. Bretas às 20:25
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